Abrantes Mendes afirmou esta segunda-feira que se afastaria do Sporting se fosse confrontado com uma situação semelhante à vivida pelo vice-presidente Paulo Pereira Cristóvão, arguido no caso do árbitro auxiliar José Cardinal.
"Nunca estaria numa posição dessas, mas se, por mera hipótese, eu fosse colocado nessa situação, na minha vida particular, em que me fosse imputado um conjunto de situações que pudessem pôr em causa a magistratura ou o cargo que estivesse a ocupar, obviamente que abdicava em nome do Sporting, porque é isso que interessa,neste caso concreto, o Sporting", disse o ex-candidato à presidência do clube em declarações à Rádio Renascença, reagindo à decisão do Conselho Diretivo leonino de reintegrar Cristóvão, na madrugada desta terça-feira.
"O que está em causa é o clube e não o fulano 'a', 'b', 'c' ou 'd' e sim o Sporting. Não se deve agir em função do seu interesse em particular. Quando vamos exercer uma função não é em nosso benefício, mas sim no da instituição, que está acima de qualquer pessoa. Os princípios e valores da ética desportiva mandam que em primeiro lugar esteja a instituição e só depois tudo o resto", justificou Abrantes Mendes.
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