À margem da apresentação da final da Taça da Liga, o presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) e o Secretário de Estado da Juventude e Desporto não se alongaram em comentários sobre o alegado caso de corrupção do árbitro-assistente José Cardinal.
Mário Figueiredo e Alexandre Mestre não se quiseram pronunciar sobre a investigação de corrupção que está a ser realizada ao árbitro-assistente José Cardinal, devido a um alegado suborno para o encontro entre Sporting e Marítimo.
À margem da apresentação da final da Taça da Liga, o presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) e o Secretário de Estado da Juventude e Desporto não se alongaram em muitos comentários.
"Não conheço essas notícias e isso para mim é um caso de polícia. Como tal, não irei tecer quaisquer comentários sobre essa questão. A seu tempo poderei analisá-la para me poder pronunciar", salientou Mário Figueiredo.
"Todos os agentes têm que ter ética nas palavras e nos comportamentos. Em boa hora a Liga se associou ao Plano Nacional de Ética no Desporto para tomarmos medidas pelos valores, regras e princípios. A lei diz que é contra a ética no desporto fenómenos de corrupção, e todos eles são condenáveis e devem ser reprimidos. Neste caso, devem-se apurar todos os factos e quem de direito terá que agir. Tudo o que coloque em causa a verdade desportiva desvirtua a ética no desporto e nós, governo, temos que zelar pela preservação dessa mesma ética", afirmou, por seu turno, Alexandre Mestre.
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